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Nossa Opinião

28/09/2018 ás 07h04 - atualizada em 28/09/2018 ás 07h22

Moraes Filho

Xinguara / PA

Compra de votos é crime eleitoral e causa cassação e inelegibilidade
Mesmo com os rigores da lei essa pratica criminosa ainda permanece
Compra de votos é crime eleitoral e causa cassação e inelegibilidade

Crime contra a democracia. As eleições estão chegando e é importante que o eleitor fique atento a uma questão muito séria: a compra e venda de votos. O Código Eleitoral determina até quatro anos de prisão não somente para candidatos que oferecem dinheiro ou bens em troca de votos, mas também para o eleitor que recebe dinheiro ou qualquer outra vantagem.


A Justiça Eleitoral pune com muito rigor, conforme a lei, quem tenta influenciar a vontade do eleitor com a prática de compra de votos. Isto porque, pela legislação, o direito do cidadão ao voto livre, consciente e soberano é um bem juridicamente tutelado, devendo quem comete o ilícito sofrer as sanções que a lei estipula.


Mesmo com todo o rigor da lei, e mesmo com o aplicativo pardal utilizado par a fazer denuncia, ainda se observa que em anos de eleições essa pratica criminosa ainda corre solta.


Tempos Modernos


E se falando nisso, nos últimos dias o clima ficou tenso lá pela Comieadepa - Convenção das Assembleias de Deus do Pará, presidida pelo Pastor Gilberto Marques. Um Pastor queria saber porque Gilberto estaria apoiando a Dra. Heloisa Guimarães, que sabidamente não pertence ao meio Evangélico e digamos assim não comunga dos mesmos princípios que a Igreja, tendo inclusive uma companheira de muitos anos. Alguns acreditam que os atos do presidente sinalizariam que a Igreja em breve poderia quebrar o Tabú e inclusive celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.


Para muitos irmãos, por trás do apoio estão os aportes que foram feitos pela Secretaria de Saúde ao Hospital comandado pelos Marques, que teria sido pressionado a apoia-la sob pena de perder as ricas benesses do Estado. No pacote ainda estariam inclusos o total apoio dos Marques a candidatura de Marcio Miranda, tudo pago pelo dinheiro do contribuinte.


                     


Aplicativo Pardal, tenha o seu também


O Homem da mala


Conforme as informações que rolam nos bastidores da politica em Belém, dentre as centenas de denuncias feitas à Justiça Eleitoral, consta a de que um lobista de prenome Raul seria o encarregado de arrecadar dinheiro para alguns deputados. Em tempos o lobista seria homem ligado ao deputado Olival Marques e Raimundo Santos, aquele que teve seu nome envolvido em escândalos das ambulâncias.


A especulação é de que Raul montou um verdadeiro escritório num Hotel próximo ao Hangar, onde faz as suas negociatas e reúne descaradamente operando juntamente com mais um pastor chamado Marcio, de sobrenome ainda não identificado. Tudo com a bênção do clã Marques.

FONTE: DA REDAÇÃO DO JORNAL MANANCIAL

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