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Brasil

12/05/2019 ás 15h05 - atualizada em 13/05/2019 ás 22h13

Moraes Filho

Xinguara / PA

CPI da Celpa vira “pizza” antes mesmo de ser instalada
Proponentes não conseguiram número suficiente de assinaturas

O anseio da população paraense em ser atendida dignamente e com preços justos por parte da Celpa já ensejaram inúmeras manifestações e ações judiciais por conta da má qualidade dos serviços, com preços considerados abusivos e erros quem tenham comprometidos o consumidor.


Até surgem algumas tentativas de proteger o consumidor, como por exemplo, ações na justiça para proibir a suspenção de energia em alguns casos, entretanto, essas medidas tem sido derrubadas em instâncias superiores.


                            


A mais recente medida para tentar estancar a imposição da força da Celpa se deu por meio de uma tentativa, até aqui frustrada, de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, na Assembleia Legislativa do Pará – Alepa.


Os deputados proponentes da CPI, Delegado Caveira (PP) e Fábio Filgueiras (PSB) não conseguiram o número suficiente de assinaturas para garantir o protocolo junto a Mesa Diretora da Alepa, principalmente depois da retirada de nomes de dois deputados, Renilce Nicodemos – SD e Luth Rabelo – PSDB.


Os deputados da região sudeste que assumiram o compromisso de defender a população contra os atos da Celpa, mediante a criação da CPI, até agora, Toni Cunha – PTB, de Marabá, o próprio Caveira, de São Félix do Xingú.


Alex Santiago, do PR, por meio de resposta via Whatsapp, disse que não assinou o pedido de criação da CPI. Santiago, que é de Redenção não justificou o porquê de não ter assinado o documento.


Já o petista Dirceu ten Caten, de Marabá, por meio de sua assessoria, disse que vem lutando desde o mandato passado, quando apresentou projetos que, se aprovados, estariam beneficiando os consumidores de energia. Entretanto, sobre o pedido de criação da CPI da Celpa, a resposta foi no sentido de seguir as orientações do partido, já que faz parte da base do governo.


“A Celpa não interfere no valor da conta, pois não é ela que define a tarifa e os impostos. Eu sou favorável a CPI pra cobrar melhores serviços da concessionária, mas como o PT está na base de governo e o governador não quer a CPI por enquanto a decisão depende do partido, tenho que respeitar as instâncias partidárias”, justifica.


 A região conta ainda com o deputado Chamonzinho, MDB, do eixo Curionópolis - Parauapebas. Ainda não tornou público o que pensa sobre a proposta de seus colegas de parlamento, quanto acriação de CPI.


 Por Antonio Guimarães


 

FONTE: ANTÔNIO GUIMARÃES

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