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10/08/2019 ás 18h29 - atualizada em 10/08/2019 ás 18h42

Moraes Filho

Xinguara / PA

Bolsonaro critica saidinha de Alexandre Nardoni para Dia dos Pais
Presidente usou o Twitter para expor indignação à saída do detento, ocorrida nesta quinta (8). Nardoni está preso condenado pela morte da filha
Bolsonaro critica saidinha de Alexandre Nardoni para Dia dos Pais
Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar saída de Nardoni. JOSE LUCENA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou nesta quinta-feira (8) a saída de Alexandre Nardoni, condenado pela morte da filha Isabella Nardoni em 2008, para o Dia dos Pais. “Uma grave ofensa contra todos os brasileiros. Lamentável”, disse.


Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias por homicídio triplamente qualificado, uma vez que o crime foi cometido contra menor de 14 anos e agravado por ser contra descendente. Em abril deste ano, a Justiça liberou o preso para cumprir a sentença em regime semiaberto — Nardoni tentava o benefício desde setembro de 2018. Nessa quinta, o detento deixou a prisão, assim como outros presos famosos, entre eles, Ana Carolina Jatobá e Suzane von Richthofen.


“O caso Isabella, ocorrido em 2008, repercutiu em todo o Brasil. A criança, de cinco anos, foi jogada pela janela de seu apartamento. Hoje o pai, condenado pelo assassinato, é beneficiado pela saída temporária de dia dos pais. Uma grave ofensa contra todos os brasileiros. Lamentável”, disse o presidente.A saidinha, como é conhecida, ocorre com presos que cumprem pena em regime semiberto, que até a data da saída tenha cumprido um sexto da pena total se for primário, ou um quarto se for reincidente. Dessa forma, é configurado como direito do detento.


Veja também: O detalhe cruel que revelou o assassino da pequena Isabella Nardoni


Crime


Isabella Nardoni morreu após cair da janela do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo, na noite de 29 de março de 2008. No apartamento, moravam o pai, a madrasta e os dois irmãos menores.


Nardoni e Jatobá dizem que outra pessoa, a qual não identificável, invadiu o local e jogou a menina, na época com cinco anos, da janela. Peritos da Polícia Civil de São Paulo disseram, à época, que Nardoni foi espancada e esganada dentro do apartamento, antes de ser jogada. Dias depois, o órgão afirmou que não existiu uma terceira pessoa no local na noite da morte da criança. Apesar de condenados, a dupla nega ter cometido o crime.


RL PLANALTO 

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