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Política

07/03/2018 ás 22h31 - atualizada em 07/03/2018 ás 22h58

Moraes Filho

Xinguara / PA

Ourilândia: Município quer o desmembramento da área Santa Rita.
Embora sendo de Parauapebas, há 30 anos a Prefeitura de Ourilândia é quem dá assistência às famílias sem receber qualquer ajuda.
Ourilândia: Município quer o desmembramento da área Santa Rita.
De acordo com Denis, Ourilândia, ao longo dos 30 anos de emancipação política, sempre deu assistência àquela região

Acompanhado de outros companheiros de parlamento, O vereador Denis Alves (DEM), presidente da Câmara Municipal de Ourilândia do Norte, junto com outros companheiros, participaram da sessão ordinária na Câmara Municipal de Parauapebas, nesta segunda-feira (6). Os edis ocuparam a Tribuna de Honras naquele poder.


Essa foi a terceira vez, só em 2018 que os vereadores cobram uma resposta do executivo de Parauapebas, para uma área que sempre foi atendida pela Prefeitura de Ourilândia, embora pertencendo ao município de Parauapebas.


Conforme o vereador Denis Alves, na área conhecida como “Santa Rita” há, pelo menos, 300 quilômetros de estradas vicinais, diversas pontes e bueiros; uma escola e um posto de saúde que atendiam aproximadamente 100 famílias.


Conforme Dênis a situação da vicinal e seus ramais estão intrafegáveis e tanto o posto de saúde, quanto a escola, estão fechados. “Viemos aqui para chegar a um consenso com o prefeito Darci e assim encontrarmos uma forma de atender aquela população que no período chuvoso sempre padece com o mesmo problema”, contou Denis, dando como proposta que seja criada uma emenda para que Parauapebas repasse o valor estimado para a manutenção das estradas e demais serviços públicos realizados ali.


Outra proposta viável, na ótica do vereador Denis, é que seja incorporada a área ao município de Ourilândia do Norte, possibilitando assim que o mesmo arrecadador seja também o mantenedor; porém a Câmara Municipal precisa votar o desmembramento, já tendo inclusive pronunciado como “inviável”, já que na citada área existe uma mineração em atividade (Onça Puma), o que gera de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), cerca de R$ 500 mil por mês.


De acordo com Denis, Ourilândia, ao longo dos 30 anos de emancipação política, sempre deu assistência àquela região, porém, com perda de arrecadação não se sente em condições de fazê-la. “Mais que atendimento em saúde e educação, a população daquela região perde por não escoar a produção, principalmente leite; já que os laticínios não têm como buscar o produto. Isso resulta em grande prejuízo para as pessoas, por isto queremos repará-lo”, conta Denis.


 Reportagem: Francesco Costa 

FONTE: Com informações do Portal Pebinha de Açucar

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