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Facebook lançará serviço de paquera para competir com o Tinder
A nova ferramenta não buscará facilitar os encontros casuais, e sim de ajudar as pessoas a formar casais estáveis por meio da rede.
Moraes Filho Xinguara - PA
Postada em 07/06/2018 ás 07h19 - atualizada em 07/06/2018 ás 07h41
Facebook lançará serviço de paquera para competir com o Tinder

Mark Zuckerberg, presidente e diretor-executivo da maior rede social do mundo, fez o anúncio na conferência anual de desenvolvedores do Facebook em San José, na Califórnia. (FOTO: AFP / JOSH EDELSON)

O Facebook anunciou nesta terça-feira sua intenção de se lançar ao mercado de aplicativos de relacionamentos, como o Tinder, e enfatizou os esforços da empresa para proteger os dados de seus usuários após o escândalo da Cambridge Analytica.


Mark Zuckerberg, presidente e diretor-executivo da maior rede social do mundo, fez o anúncio na conferência anual de desenvolvedores do Facebook em San José, na Califórnia.


A nova ferramenta não buscará facilitar os encontros casuais, e sim de ajudar as pessoas a formar casais estáveis por meio da rede.


"Será para construir relações autênticas e duradouras, não somente planos casuais", afirmou.


Zuckerberg não explicou, contudo, se esse serviço será pago, mas até agora a maioria dos aplicativos da plataforma são gratuitos.


Paralelamente, o Facebook informou que os usuários poderão crear separadamente um "perfil de encontro" distinto do perfil de sua página do Facebook e que companheiros potenciais serão recomendados com base nos dados deste segundo perfil.


A ação de um dos principais sites de encontros nos Estados Unidos, o Match, caiu quase 20% em Wall Street, pouco depois do anúncio.


Nesta terça-feira, o Facebook conferiu a seu popular aplicativo Messenger a capacidade de traduzir mensagens em tempo real, permitindo conversas de texto entre pessoas que usam diferentes idiomas.


O Messenger se tornou uma ferramenta para que as empresas se comuniquem com clientes, e a possibilidade de conversar em uma variedade de idiomas poderá ajudar a impulsionar a publicidade.


"A capacidade de falar com qualquer pessoa sem nenhuma barreira de idioma é algo que realmente nos entusiasma", disse o CEO do Messenger, David Marcus, no começo da conferência de desenvolvedores.


Entre as outras inovações anunciadas hoje pela rede social, está a possibilidade de que os usuários apaguem seu histórico de navegação.


"Esta característica lhes permitirá ver os sites e os aplicativos que nos enviam informação quando são utilizados, eliminar essa informação da sua conta e desabilitar nossa capacidade para armazená-la no futuro", disse Facebook em um blog, nesta terça-feira.


"Se apagarem seu histórico, ou usarem a nova configuração, eliminaremos as informações de identificação para que o histórico dos sites e os aplicativos que usaram não sejam associados à sua conta", acrescentou.


"Continuaremos fornecendo aplicativos e sites com análise agregada. Por exemplo: podemos criar informes quando recebermos essa informação para que possamos dizer aos desenvolvedores se seus aplicativos são mais populares entre homens, ou mulheres, de uma certa faixa etária", de acordo com a mesma publicação.


Essa nova função pretende responder às preocupações que surgiram depois do escândalo da Cambridge Analytica, a empresa de análise de dados que teve acesso à informação de milhões de usuários do Facebook para fins políticos.


A conferência de San José, chamada "F8", reúne cerca de 5.000 desenvolvedores. Em sua apresentação, Zuckerberg insistiu que o objetivo de Facebook era "garantir a segurança dos usuários".


 


"O que aconteceu com a Cambridge Analytica é uma grave violação da nossa confiança, este desenvolvedor se apropriou dos dados e os vendeu, e temos que garantir que isso não voltará a acontecer", enfatizou.


"Como todos sabem, reduzimos a quantidade de dados que os desenvolvedores podem pedir às pessoas que proporcionem", disse, embora tenha admitido que "ainda restam passos para dar".


Segundo o CEO, o Facebook agora está dedicando recursos significativos para identificar e neutralizar "más aplicações", e os usuários da rede social agora têm mais flexibilidade para ajustar sua configuração de privacidade.


Entre outros anúncios, está a função "Crise" que permitirá aos usuários da rede compartilhar informação relevante sobre uma situação em uma área de crise, como bloqueio de rodovias, início de incêndios ou inundações.


Com o mesmo espírito, se estabelecerá uma função "Doação de sangue", que permitirá aos voluntários encontrar um centro próximo em que possa fazer a doação.


O Instagram, que pertence ao Facebook, também oferecerá funções de realidade aumentada para os vídeos, e seus usuários também poderão se comunicar por vídeo.

FONTE: AFP
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