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15/08/2018 ás 22h09 - atualizada em 15/08/2018 ás 22h32

Moraes Filho

Xinguara / PA

Alckmin presta depoimento sobre suposto caixa dois da Odebrecht
Três delatores da Odebrecht disseram que os repasses foram operados pelo cunhado de Alckmin Adhemar César Ribeiro, em 2010, e pelo ex-tesoureiro e secretário estadual Marcos Monteiro, em 2014. O tucano nega. (…)
Alckmin presta depoimento sobre suposto caixa dois da Odebrecht
José Reinaldo Azevedo e Silva é um jornalista político brasileiro, de orientação política liberal ou, segundo ele próprio declara, inserido no campo da direita liberal e democrática

Por: Reinaldo Azevedo


Depois do depoimento de uma hora de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Ministério Público paulista, nesta quarta-feira (15), sua defesa disse que estuda pedir o arquivamento dos inquéritos civil e eleitoral que apuram suposto caixa dois citado por delatores da Odebrecht.


“Há de se aguardar as investigações para depois ver se é o caso até de se requerer trancamento do inquérito em função das provas insubsistentes”, disse o advogado José Eduardo Alckmin.


“Até aqui o que foi apurado são fatos insubsistentes. A continuar nessa linha, se o próprio Ministério Público não se convencer, se poderá eventualmente levar o caso à Justiça para verificar se é legal continuar com a investigação.”​


O tucano, candidato à Presidência da República, prestou esclarecimentos ao promotor Ricardo Manuel Castro no inquérito civil, que apura se ele cometeu improbidade administrativa no caso de suspeita de caixa dois de R$ 10,3 milhões. O caso corre em sigilo.


Alckmin havia sinalizado que falaria com a imprensa, mas acabou delegando à defesa os esclarecimentos. Seu outro advogado no caso, Marcelo Martins de Oliveira disse que Alckmin “fez questão de comparecer” ao Ministério Público. O tucano “poderia ter pedido adiamento ou entrado com medida judicial para maiores esclarecimentos”, afirmou o defensor.


Três delatores da Odebrecht disseram que os repasses foram operados pelo cunhado de Alckmin Adhemar César Ribeiro, em 2010, e pelo ex-tesoureiro e secretário estadual Marcos Monteiro, em 2014. O tucano nega. (…)


Na Folha.

FONTE: REINALDO AZEVEDO

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