Terça, 29 de Setembro de 2020
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Ano que vem poderá ser tarde demais para quem, tardiamente, vier a procurar o eleitor.

Enquanto alguns se articulam, outros estão quietos achando que o eleitor ainda é o mesmo das “tradições”

25/02/2019 11h52 Atualizada há 2 anos
Por: Redação Integrada Fonte: DA REDAÇÃO
Ano que vem poderá ser tarde demais para quem, tardiamente, vier a procurar o eleitor.

Para alguns até parece cedo demais para começar, ou melhor, continuar as conversas e planejamentos visando às eleições de 2020. Porém, a corrida é permanente para quem deseja os melhores resultados. Quem articula neste momento com as principais lideranças, logicamente terá maior vantagem.

O pleito eleitoral, em tese, deve ser transcorrido não apenas no período das eleições, que agora é de apenas quarenta e cinco dias, mas, sob a ótica de se arrebanhar simpatizantes e apoiadores, precisa ser constantemente.

Mesmo estando em ano que antecede as eleições, já se sabe que o eleitor quer tomar conhecimento de quem são os nomes pretendentes a concorrer ao cargo de prefeito de Xinguara, a saber, daqueles que estão dispostos a encarar o eleitor e ouvi-lo em seus anseios.

Com relação aos nomes, por ai ventilados, o eleitor até que se identifica com esse ou aquele, contudo, sem predominância que aponte, especificamente, para justificar que tenhamos um nome com ampla preferência.

Se há alguma pesquisa que traga, nesse momento, o reflexo que possa apontar para uma vitória em 2020, ainda pode ser considerado cedo, porém, inegavelmente, há evidências em alguns nomes, por sinal, restritos em suas habilidades para lidar publicamente com relação à plena satisfação dos anseios da população.

Diferencial para conquistar o eleitor

Nomes como de Amarildo Paulino, Dr. Moacir Faria, Roberto da Yamaha, ou ainda, de Davi Passos, Vilmones Silva, ainda são uma incerteza sobre quem pode vir a ter um deslanchamento, algo do tipo que caia na graça do povão.

Amarildo foi candidato por duas ocasiões, em 2012 e 2016, tendo crescido eleitoralmente, mas, como dizem no meio político xinguarense, “perde pra ele mesmo”. Sem grupo que dê consistência às suas pretensões, pois ainda, ao que tudo sugere, lhe falta o lado carismático e de maior atenção àqueles que possam lhe dar sustentação de base, com conhecimento que faça fluir as estratégias arquitetadas no campo das ideias e das ações planejadas.

O médico Moacir Pires, por sua vez, ainda não pode ser considerado o preferido do atual prefeito, Osvaldinho Assunção, até porque nada ainda veio a público nesse sentido. Entretanto, vai aparecendo devagarinho, com indicações a cargos no governo do estado, ocupados em Xinguara. Disputou em 2012, quando foi apontado pelo então prefeito, Davi Passos, como sendo seu candidato.

Exercendo seu primeiro mandato de vereador, Roberto da Yamaha vem tentando ser um dos nomes para emplacar, em 2020, uma candidatura a prefeito, na chamada terceira via. Tem a seu favor o perfil de sempre se posicionar sobre diversos assuntos, principalmente, àqueles que têm sido motivos de polêmicas, seja no legislativo, seja no executivo.

A política da renovação

Davi Passos, ex-prefeito, que deixou o cargo em 2012, após dois mandatos, teria condições de usar sua forma carismática de se aproximar do eleitor, fator que lhe é peculiar. Contudo, o Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, TCM, vem sendo implacável ao julgar e considerar as contas do ex-gestor irregulares, restando à Câmara de vereadores livrá-lo de eventual suspensão dos direitos políticos, caso venham votar contrariamente ao parecer do TCMPA, conforme ocorreu em 2018, no caso do ex-prefeito Atil José de Souza.

Na expectativa de ser o nome do grupo da atual gestão, Vilmones Slva vem forçando para emplacar seu nome. Com aparições consideradas tímidas, sem expressividade, mas vem tendo uns poucos apadrinhados como propagadores, o que não reflete em nada, em si tratando de personagens que em nada influem na politica local.

Ainda tem dois nomes de fora desse cenário anterior, mas que se encontram em apreciação por quem os colocam como possíveis candidatos nas eleições de 2020. Luiz da Platina, que já concorreu como candidato a vice-prefeito e Joel Lobato, atual presidente do Sindicato Rural de Xinguara.

Para o PT, cogitar um nome agora parece ser uma estratégia de medir até que ponto terá condições de vir a pleitear a prefeitura de Xinguara, disputando com Luiz, nome que é tido dentro do partido como uma referência que pode ser trabalhado com certa facilidade e aceitação. Ele ainda não teria dito se aceita, mas já deu carta branca para os militantes decidirem.

Numa possível tentativa de garantir a eleição do sucessor, Osvaldinho não descartou a possibilidade de apresentar o presidente do SRX, Joel Lobato, como seu candidato a prefeito em 2020, restando a Lobato a palavra que o leve a encarar às urnas. Desafio diferente, ser testado nas urnas para um cargo publico eletivo, depois de sucessivas reeleições a frente do Sindicato.

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