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Saúde DECLARAÇÕES

'Estamos vivendo um finalzinho de pandemia', relembre absurdos que Bolsonaro já disse.

Presidente sempre manteve-se firme contra o isolamento social e o fechamento do comércio e escolas

22/01/2021 18h51 Atualizada há 1 mês
Por: Redação Integrada Fonte: DOL
 | Reprodução
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Vimos os crescentes avanços de infecções e mortes causadas pela covid-19 pelo Brasil neste começo de 2021, com destaque ao colapso no sistema de saúde do Amazonas, onde pacientes morreram por falta de oxigênio – situação que não se viu nem no início da pandemia.

“FINALZINHO DA PANDEMIA”

Porém, há mais ou menos um mês, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tentou aliviar a população dizendo que o país estava vivendo um “finalzinho de pandemia”. A declaração foi no dia 10 de dezembro do ano passado, durante uma inauguração trecho da ponte sobre o rio Guaíba, em Porto Alegre. Bolsonaro disse que o suposto fim da pandemia se deve ao tratamento precoce com o uso da cloroquina, medicamento sem eficácia comprovada contra a covid-19.

“PAÍS DE MARICAS”

Além disso, o presidente também sempre deixou claro seu incentivo em mandar o povo sair às ruas. Antes de profetizar sem sucesso o fim da pandemia no Brasil, no dia 10 de novembro, Bolsonaro disse que o Brasil precisa deixar de ser um “país de maricas”, ao dizer que as pessoas devem “enfrentar” a doença. “Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas", disse.

“VAMOS TODOS MORRER UM DIA”

Ainda se posicionando contra o isolamento social, no final de março, durante a primeira onda da doença, o presidente disse: “"Essa é uma realidade, o vírus tá aí. Vamos ter que enfrentá-lo, mas enfrentar como homem, porra. Não como um moleque. Vamos enfrentar o vírus com a realidade. É a vida. Tomos nós iremos morrer um dia”

GRIPEZINHA

Dias depois de um pronunciamento feito na televisão, no dia 24 de março, Bolsonaro criticou o fechamento do comércio e das escolas. Ele ainda comparou a covid-19 com uma “gripezinha” ou “resfriadinho” e disse que se ficasse doente não sofreria.

 

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