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Economia PETROBRÁS

Antes de ser demitido, presidente da Petrobras negou injetar dinheiro no SBT e na Record

O presidente da Petrobras também não teria aceitado participar de um grupo de empresas que compraria vacinas para serem utilizadas por empresas privadas.

22/02/2021 21h41
Por: Redação Integrada Fonte: Yahoo Notícias
Roberto Castello Branco, CEO of Brazil's state-run oil company Petrobras gestures during a ceremony of the return of funds recovered by Operation Lava Jato to Petrobras,in Curitiba, Brazil, July 25, 2019. REUTERS/Rodolfo Buhrer
Roberto Castello Branco, CEO of Brazil's state-run oil company Petrobras gestures during a ceremony of the return of funds recovered by Operation Lava Jato to Petrobras,in Curitiba, Brazil, July 25, 2019. REUTERS/Rodolfo Buhrer

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, demitido na última sexta-feira por Jair Bolsonaro, já vinha enfrentando problemas com o Palácio do Planalto, segundo o jornalista Merval Pereira, do jornal O Globo.

Castello Branco teria recusado um pedido do governo para colocar R$ 100 milhões em publicidade nas redes de televisão Record, do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e SBT, de Silvio Santos, sogro do ministro das Comunicações, Fabio Faria.

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O presidente da Petrobras também não teria aceitado participar de um grupo de empresas que compraria vacinas para serem utilizadas por empresas privadas.

Várias empresas, como a estatal, consideraram que seria inadequado financiar vacinação privada enquanto a vacinação do SUS está encontrando dificuldades devido à falta de doses suficientes. Por isso, o esquema acabou não dando certo.

Com isso, o preço dos combustíveis parece ter sido apenas o pretexto para o afastamento de Roberto Castello Branco.

Bolsonaro indicou o general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras.

Nesta segunda-feira (22), o presidente criticou o salário e o fato de Castello Branco, que tem 73 anos, estar trabalhando de casa durante a pandemia do novo coronavírus.

"Não quero que ele ganhe 10 mil por mês também, não. Tem que ser uma pessoa qualificada. Mas não ter esse tipo de política salarial lá dentro. E para ficar em casa, trabalhando de casa. Então, no meu entender, não justifica. Pode até estar fazendo um bom trabalho de casa. Mas para mim não justifica essa ausência da empresa", afirmou.

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