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Política POLÍTICA

Frentes de esquerda fazem hoje atos contra Bolsonaro em cidades do país

Os manifestantes demandam auxílio emergencial de ao menos R$ 600 e vacinação para toda a população, além de repúdio a cortes de orçamento no MEC (Ministério da Educação), à Reforma Administrativa e a privatizações de empresas públicas. Ainda pedem o fim genocídio da população pobre e preta.

29/05/2021 09h21
Por: Redação Integrada Fonte: Douglas Porto/Do UOL, em São Paulo
Frentes de esquerda convocam manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro neste sábado (29)Imagem: Reprodução/Internet
Frentes de esquerda convocam manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro neste sábado (29)Imagem: Reprodução/Internet

Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estão previstas para acontecer hoje em diversas capitais e cidades brasileiras. Os atos são organizados por grupos de esquerda, como a Frente Brasil Popular, Frente Povo sem Medo e o Povo na Rua.

Entre as principais reivindicações, está a defesa do impeachment de Bolsonaro, chamado pela Frente Povo sem Medo como o "maior responsável pelo genocídio no país" em razão das mais de 450 mil mortes ocorridas no Brasil em razão do coronavírus.

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Os manifestantes demandam auxílio emergencial de ao menos R$ 600 e vacinação para toda a população, além de repúdio a cortes de orçamento no MEC (Ministério da Educação), à Reforma Administrativa e a privatizações de empresas públicas. Ainda pedem o fim genocídio da população pobre e preta.

Os atos deste sábado acontecem após Bolsonaro participar de um passeio com motociclistas no Rio de Janeiro, no último domingo (23) —no evento, foram registradas aglomerações e falta de uso de máscaras. O ato terminou com um discurso ao lado do ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello. Bolsonaro atacou governadores e prefeitos que decretaram medidas de restrição contra a covid-19.

Organizadores e apoiadores dos atos de hoje orientam o uso de máscaras e distanciamento social —apesar disso, a realização de manifestações em um momento crítico da pandemia foi alvo de críticas.

Veja a seguir as capitais que sediarão as manifestações:

Norte

Amazonas: Manaus, Praça da Saudade, às 16h

Amapá: Macapá, Praça da Bandeira, às 16h

Pará: Belém, Praça da República, às 8h;

Rondônia: Porto Velho, Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, às 8h

Tocantins: Palmas, Av. Juscelino Kubitschek, Palácio Araguaia, às 9h

Nordeste

Alagoas: Maceió, Praça dos Martírios, às 9h

Bahia: Salvador, Largo do Campo Grande, às 10h

Ceará: Fortaleza, carreata na Arena Castelão, às 15h, e Praça da Gentilândia, às 15h30

Maranhão: São Luís, Praça Deodoro, às 16h

Paraíba: João Pessoa, Carreata Praça da Independência, às 9h

Pernambuco: Recife, Praça do Derby, às 9h

Piauí: Teresina, Praça Rio Branco, às 8h

Rio Grande do Norte: Natal, Midway Mall, às 15h

Sergipe: Aracaju, Praça de Eventos, às 8h

Centro-Oeste

Distrito Federal: Brasília, Carreata Palácio do Buriti, às 8h30, e Museu Nacional, às 9h

Goiás: Goiânia, Praça Cívica, às 9h

Mato Grosso do Sul: Campo Grande, UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), às 8h

Mato Grosso: Cuiabá, carreata na UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso), às 9h

Sudeste

São Paulo: avenida Paulista, no Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), às 16h

Rio de Janeiro: Monumento Zumbi dos Palmares, às 10h

Espírito Santo: Vitória, Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), às 15h

Minas Gerais: Belo Horizonte, Praça da Matriz, às 10h

Sul

Paraná: Curitiba, Praça Santos Andrade, às 16h

Santa Catarina: Florianópolis, Largo da Alfândega, às 10h

Rio Grande do Sul: Porto Alegre, Prefeitura, às 15h

 Errata: o texto foi atualizado

Diferentemente do informado, o protesto marcado para as 8h na Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré acontecerá em Rondônia, e não em Roraima. A informação foi corrigida.

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