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Política C P I DA PANDEMIA

"Tem um louco na presidência que atenta contra os brasileiros", diz Calheiros

Senador criticou Jair Bolsonaro por suas posturas e publicações nas redes sociais contra a vacina

18/06/2021 14h24
Por: Redação Integrada Fonte: Por Pedro Jordão / iG
Humberto Costa (PT-PE), Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) em coletiva de imprensa no Senado Federal na manhã desta sexta-feira, 18 Divulgação/Agência Senado/Marcos Oliveira
Humberto Costa (PT-PE), Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) em coletiva de imprensa no Senado Federal na manhã desta sexta-feira, 18 Divulgação/Agência Senado/Marcos Oliveira

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL) criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por suas posturas e publicações nas redes sociais relacionadas a pandemia, acusando-o de atentar contra a vida dos brasileiros. A declaração foi dada em uma coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira, 18, no Senado Federal.

"Nós estamos numa situação muito difícil no Brasil, porque tem um louco na presidência que todos os dias atenta contra a vida dos brasileiros. As plataformas vão continuar veiculando isso, uma tentativa de enganação? Ele próprio [Bolsonaro] se usa como exemplo para dizer que a imunização pelo contágio é mais eficiente que a vacina", disse Calheiros.  Veja a declaração:

Renan Calheiros também disse que, se possível e considerado competência do Senado, a CPI vai investigar Bolsonaro diretamente .
No início da sessão de hoje da CPI, o vice-presidente da comissão, o senador Randolfe Rodrigues, protocolou um pedido de convocação de representantes do Facebook e do YouTube , para questioná-los sobre os conteúdos publicados pelo presidente do Brasil.
Também na coletiva de imprensa, relator da CPI anunciou 14 alvos que passam a ser investigados pela comissão a partir de hoje , incluindo o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Além de Calheiros, participaram os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que se retiraram da oitiva, por se recusarem a fazer perguntas para médicos pró-cloroquina. Ele afirmaram que não vão questionar a ciência.

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