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Saúde TRATAMENTO

Enfermeira de 37 anos vence a covid-19 após tratamento com Viagra; mulher estava em coma há 28 dias

O medicamento, segundo relatórios do caso, foi responsável por liberar as vias respiratórias da paciente, permitindo que os pulmões abrissem e ela precisasse de menos de 50% de quantidade de oxigênio.

05/01/2022 às 10h14
Por: Redação Integrada Fonte: Com informações do Notícias ao Minuto
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Crédito: Reprodução/Redes Sociais
Crédito: Reprodução/Redes Sociais

No Reino Unido, o tratamento de uma enfermeira contra a covid-19 chamou a atenção para o uso combinado da vacinação com outros tratamentos contra a doença.

A história da enfermeira Monica Almeida, de 37 anos com a doença começou quando ela foi infectada após estar duplamente vacinada contra a covid-19.

Após a infecção diagnosticada em outubro deste ano, a mulher, que sofre de asma, passou 28 dias em coma. Ela relata que quatro dias depois de ter testado positivo, perdeu o olfato e o paladar. Depois disso, começou a tossir sangue e sentiu os seus níveis de oxigênio baixarem.

Neste momento ela foi internada em estado crítico e acabou indo para a UTI. No entanto, ela conta que devido a experiência trabalhando em uma unidade de saúde durante a pandemia a fez se preparar para aquilo que iria experienciar, assim como analisar tratamentos experimentais.

A enfermeira que é casada e mãe de dois filhos relata que todos ficaram infectados pela doença e que enquanto ela esteve em coma, seus pais foram aconselhados a viajar até ao Reino Unido para se despedirem da filha.

No entanto, o caso da profissional de saúde teve uma reviravolta porque antes de ser internada, ela assinou um documento em que autorizava ser cobaia para o teste de medicamentos alternativos contra a covid-19. Desta forma, uma semana depois de estar em coma, os médicos lhe deram Viagra. O medicamento, segundo relatórios do caso, foi responsável por liberar as vias respiratórias da paciente, permitindo que os pulmões abrissem e ela precisasse de menos de 50% de quantidade de oxigênio.

Logo, Monica se recuperou a tempo de passar o Natal em casa e hoje não poupa nos agradecimentos à equipe de profissionais de saúde que tomaram conta dela, bem como ao medicamento que a salvou.

No entanto, ela relata que ainda sente sequelas e após ficar quase um mês em coma, Monica ainda apresenta algumas dificuldades de mobilidade, precisando de ajuda para tomar banho e se vestir. Segundo a equipe médica, sua recuperação pode levar meses embora ela já não corra perigo de vida.

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